Projeto de Lei: filhos de políticos deveriam ser obrigados a estudar em escolas públicas?

Está rolando no Blog da Juventude Democratas uma discussão sobre o Projeto de Lei apresentado pelo senador Cristóvão Buarque. Ele, ex-ministro da educação, ex-candidato à presidência, propôs a polêmica norma, da qual sou contra (motivos no blog da J25), que obriga os filhos de políticos a estudar em escolas públicas.

Não acredito que seja dessa maneira que se melhora a educação, definitivamente, e não suporto a idéia de privar alguns da liberdade de escolha. Fica aqui o espaço pra mais comentários ou o endereço para continuar a conversa por lá!

9 Comentários

Arquivado em Brasil!, Educação, jovens, Legislativo, Política

9 respostas para Projeto de Lei: filhos de políticos deveriam ser obrigados a estudar em escolas públicas?

  1. Nossa moça você a cada dia consegue se superar, sua caneta pinga hipocrisia, preconceito e, convenhamos, se você quiser mesmo se envolver em política, pelo amor de Deus leia um pouco mais, fuja do Senso-Comum. Você escreve algumas coisas que são ridículas. Acredito que podemos ter no Brasil [pois não temos] uma direita, um pensamento político de direita, no entanto, cada dia que passa fico convencido que vocês são demasiadamente infantis. Ano passado uma colega me mostrou um panfleto distribuido por alguns alunos do curso de direito da Unicuritiba, entre outras coisas o texto chamava Karl Marx de barbudinho, claro que eu e minha amiga ficamos a pensar: o que esses alunos serão quando crescerem?

    Eu entro aqui no seu blog para apreciar, mas não dá, é uma pobreza sem limite…eu olho o seu currículo acadêmico e fico abismado, alias, não critique o português dos jogadores, primeiro análise o seu português, corrija-o se não for pedir demais, análise as concordâncias verbais principalmente…você pode começar com essa postagem mesmo, os erros estão no seu nariz.

    No entanto achei interessante essa indignação dos Democratas quanto à proposta de Cristovam Buarque. Eu falava algumas coisas relacionadas a isso com os meus alunos. Grande parte de nossa literatura é feita pela elite e fala do cosmo-social dessa elite. O povo sempre fica às margens. Os políticos, salvo excessões, são os bem-nascidos, que estudaram a vida inteira em colégio particular, fizeram doutorado fora do país com uma bolsa sanduíche e agora criticam o Bolsa-Família.

    Uma hipocrisia sem tamanho.

    Poderia escrever um pouco mais, mas não dá, espero que o nível de suas postagens aumente, leia e, depois, entre de cabeça na questão, ou senão faça como eu…escreva crônicas, esse despretencioso ofício como escreveu Vinicius de Moraes.

  2. Ah, que legal você denovo neste blog que tanto te incomoda… ainda não entendo o porquê de você continuar vindo aqui… será uma necessidade de descontar toda sua energia? Seja lá o que for, sinta-se em casa.

    Volto a insistir que esse blog é um espaço pra eu colocar o que me interessa, ligado ou não à política, apesar do titulo ultra sugestivo, no pequeno espaço de tempo que tempo para dedicar a ele. Note que o endereço é o meu nome, ultra pessoal, não acha? Sei melhor do que ninguém que poderia e deveria me dedicar mais ao blog, mas sei melhor do que ninguém o motivo de não fazê-lo.

    Recebo as críticas como uma oportunidade de crescimento, na maioria das vezes, por isso peço para que você seja mais específico ao comentar sobre meus erros.

    Para que não gosta de senso comum, fez uma generalização muito burra hein?
    Ei, você dá aula de que? Catequese?

    Caso esse blog esteja te fazendo tanto mal, não volte mais… procure um que se encaixe mais no que você procura. Este é meu espaço, de minutos raros, e, repito, pessoal.

    Boa sorte!

  3. Não Kali, não vou seguir o seu conselho e tirar o seu blog da minha lista…democracia é a proposta. Não tenho nenhuma espécie de problema em abrir o seu blog e ler sobre um tipo de política que considero neoliberal, no entanto, a pobreza teórica dos seus argumentos é evidente. Se por um lado você não tem conhecimento teórico sobre o assunto que você acha tão importante, por outro sobra em seus escritos arrogância e preconceito – isso ficou muito claro com a postagem sobre aquele jogador. Kali você criticou o português do sujeito e, como disse anteriormente, os seus erros são crassos. Não lembro ao certo quem disse: Antes de cuidar do cisco que está no olho do teu irmão arranque a trave que está no seu….talvez seja algum profeta galileu – povo tão acostumado aos embates políticos.

    Não tiro o seu blog da minha lista porque acredito que uma democracia forte está sustentada nos pilares do conflito, abertura e da rotatividade…esses são conceitos de Marilena Chauí que em matéria de política acho que pode nos orientar.

    Ademais, os meandros da política são complicados, quantos Democratas avaliaram o mensalão pela ótica da filosofia maquiavélica?., acredito que ninguém. Quantas pessoas analisaram o mensalão sob o ponto de vista do interesse coletivo sobrepondo-se à moral individual?., acredito que poucos. Por isso não graceje sobre política se antes não estiver disposta ao confronto de opiniões, idéias etc., não graceje sobre política se não estiver disposta a ler um livro – podemos começar com um livro de História do Brasil. Eu olho as suas listas de “blogs imperdíveis” e não fico surpreso de que a grande maioria dos escritores desses blogs são os “profetas da desgraça”, claro, apoiados pela grande mídia nativa – salvo excessões, por exemplo: O biscoito fino e a massa.

    Portanto Kali sempre vou dar uma passada aqui no seu blog para contestar as suas análises superficiais. Sei que você está acostumada com uma bando de puxa-sacos tecendo elogios nas suas postagens, mas não espere isso de mim.

    Estava quase esquecendo…eu não dou aulas de catequese, infelizmente. Contudo, caso precise de posso lhe oferecer com todo prazer, afinal, “nem só de pão e viverá o homem”, no seu caso, panis et circenses.

    Abraço.

  4. Meu Caro,

    quais são meus erros? Por favor, aponte-os e corrija-os! Não conheço, infelizmente, toda a língua portuguesa, mas procuro escrever corretamente. Aliás, erros de português cometemos todos, narizinho! Quanto à nossa divergência política, será motivo de mais posts.

    Eduardo, só mais um ponto. Quando fiz a crítica ao jogador me referi a todo o sistema. Concordamos que a educação é fundamental, correto? Por que não criarmos um sistema no qual os atletas sejam obrigados a estudar também? A crítica que fiz foi num sentido muito além daquilo contido nas linhas so post… abra a cabeça em vez de ler cada vírgula como uma afronta à sua inteligência…

  5. Kali, não sou professor de português – estou mais próximo das aulas de catequese, lembra?., por isso não tenho nenhuma obrigação de apontar seus erros, alias, se você ler minhas postagens verá que meu português não é dos melhores, não nos iludamos, você não é filóloga, tampouco eu, por isso, os erros são normais e, em nenhum momento, entrei no seu blog para avaliar a sua ortografia. Contudo, espera-se de uma pessoa que critica outra quanto à língua portuguesa que a mesma seja exímia na escrita, certo?., alias, essa questão de língua portuguesa é complicada, coisa de pseudo-intelectual, você conhece Patativa do assaré?., seis meses de estudo, um português de dar dó e alguns honoris causa por algumas universidades Brasileiras…essa discussão não vai nos levar a lugar nenhum, talvez um livro de Eduardo Carlos Pereira, Othoniel Motta, Júlio Ribeiro e claro a nova Gramática da Língua portuguesa, sim.

    Engraçado Kali, primeiro você diz que não concorda com Cristovam Buarque pelo seguinte motivo: “Não acredito que seja dessa maneira que se melhora a educação, definitivamente, e não suporto a idéia de privar alguns da liberdade de escolha”…Depois você propõe o seguinte: “Eduardo, só mais um ponto. Quando fiz a crítica ao jogador me referi a todo o sistema. Concordamos que a educação é fundamental, correto? Por que não criarmos um sistema no qual os atletas sejam obrigados a estudar também?”…

    Isso não fere também a liberdade de escolha?

    Algumas pessoas não querem estudar, fazer um curso superior, e dai, qual o problema nisso?., às vezes uma biblioteca em casa seja proveitosa – para algumas pessoas – do que quatro anos dentro de uma IES. Tomemos o exemplo de Mário Quintana, o qual não fez curso superior e é um dos poetas mais lidos da nossa literatura, embora injustiçado pela ABL.

    Portanto, acredito que deve ser feita uma disjunção entre educação e “estudo”, no sentido que você menciona. Pois uma pessoa pode ser “estudada” e não ter educação alguma. Educação, acredito eu, não é apenas aquilo que a academia pode apontar – o famoso “canudo”. Num país da “cultura bacharelesca”, da Oligarquia política etc., devemos conceituar melhor o que é e o que não é educação e a Escola, a Universidade, infelizmente, ainda não preenche os requisitos fundamentais para formar um cidadão “educado”.

    Alias, vamos pensar o projeto de Cristovam Buarque: os políticos não são escolhidos pelo povo, de certa forma não é povo que paga o salário do político?., que tal deixar bem claro, o povo é o patrão do político. Será que o patrão é obrigado a pagar os colégios dos filhos dos políticos?., que tal um referendo?., aposto que a maioria votaria a favor desse projeto. Infelizmente não somos acostumados com referendos e com a democracia, criticamos a Venezuela, chamamos Hugo Chavéz de ditador, no entanto, o povo de lá vota. Aqui um presidente – FHC – se reune com um grupo de lacaios à porta fechada e muda a constituição – reeleição lembra? -., e achamos que o Brasil é um exemplo democrático para a AL.

    Piada.

  6. Eduardo!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Vou concordar com você! Esse estudo obrigatório a que me referi no post não é necessariamente a escola! E não deve privar liberdades de escolha. Estudo é leitura, é pesquisa, é debate de idéias, é ter uma biblioteca fantástica ou o talento natural de poucos! Mas o estudo é sim, fundamental!

    Olha, já comprei um livro sobre a nova ortografia!

    Não acredito que a Venezuela de Chaves deva ser citada como uma democracia, e nem mesmo nosso país. Aliás, essa palavra democracia às vezes me intriga, pois a democracia não significa a vontade de todos, mas sim de uma “maioria” (percebeu o porquê das aspas, né). Não creio que o Brasil seja uma “democracia” perto daquela que temos como ideal.

    Quanto ao projeto do nosso senador, penso que uma das maiores coisas a se considerar é se esse é efetivamente o melhor caminho para resolver o problema sério que temos na educação. E para mim, claramente, não é.

  7. Bom dia,
    Faz tempo que eu não passo por aqui.
    Primeiramente gostaria de deixar claro que infelizmente não sou detentor de todas as regras ortográficas, e com a mudança, agora menos ainda. Entretanto, não julgo as pessoas por confundirem algumas letras, concordância verbal ou acentuação, e acredito que aquele que não detém o domínio total da situação não tem a capacidade de criticar quem está esta no mesmo nível, em outras palavras, se você erra, não critique o outro por errar, pois antes disso corrija se.
    Eduardo, em um momento você escreve “…por isso não tenho nenhuma obrigação de apontar seus erros, alias, se você ler minhas postagens verá que meu português não é dos melhores…”, “…Contudo, espera-se de uma pessoa que critica outra quanto à língua portuguesa que a mesma seja exímia na escrita, certo?…” com essas palavras você entra em contradição, pois diz que comete erros, esta ciente disso, e expressa que quem julga os outros deve estar imune do mesmo julgamento. Ademais, em sua primeira postagem neste tema não focou seu comentário ao assunto, mas se apegou aos erros de ortografia. Enfim, “NEM SÓ DE PÃO VIVERÁ O HOMEM”, nesta frase você acrescentou o “e”, esta preposição não tem nas palavras do SALVADOR.
    Kali acredito que você poderia ter aceitado a crítica e pedido para que o Eduardo postasse esse comentário no espaço onde o assunto seja erro ortográfico, ou coisa do gênero, pois apesar de tratar da educação dos filhos dos políticos, o objetivo não é a concordância verbal ou erros ortográficos.
    Bom, quanto ao fato de obrigar ou não os filhos dos políticos a estudarem em colégios públicos, estão em um país livre, embora, muitas vezes creio ser livre até demais. As pessoas, graças a Deus, têm o direito de ir e vir, e, desde que não agride o espaço do próximo ela esta em seu direito. Não vejo como solução obrigar os filhos dos políticos irem à escola pública, pois muitos dos próprios políticos deveriam voltar a estudar, pois, é degradante olhar para um chefe de Estado que se orgulha de ser analfabeto. Um ótimo exemplo para as crianças vocês concordam?
    “Pai eu não vou para escola, pois quero ser presidente quando crescer.”
    Eu, em minha humilde opinião, para uma pessoa ser vereador, prefeito, deputado, governador, senador ou presidente, precisaria no mínimo ter em seu currículo um curso superior. Senão vejamos, para prestar concurso de gari, pelo menos 4° série, para concurso de aux. administrativo, pelo menos 2° grau, para auditor da receita federal, ensino superior, estes são alguns exemplos. Diante disso, qual desses concursos o presidente do Brasil estaria apto a realizar? Vocês podem citar alguns gênios da humanidade que nunca estudaram como citaram em comentários acima, porém, indago: Vocês adicionariam o Luiz Inácio “Lula” da Silva nesta lista? Pior de o quê obrigar os filhos dos políticos cumprirem uma pena (não quero dizer aqui que estudar em escolas públicas seja um castigo, pois estudei desde o pré em escola pública e nem por isso sou analfabeto) movida pelos erros que seus pais cometeram, é ver a primeira dama, esposa do Lula, adquirir cidadania italiana alegando estar pensando no futuro de seus filhos. E os nossos filhos?

    É triste, mas é verdade.

  8. O cidadão larga mão de ser besta sô, não entendi patafinas do que você escreveu…que preposição seu doido…que palavras do Salvador seu louco – você bebeu tudo ou deixou um pouco para o santo?

    O animar, outra coisa, vivemos numa democracia – ao menos é isso que julgamos. Portanto, sua famosa retórica pseudo-intelectualizada está um pouco atrasada. Que tal você voltar no tempo e viver na época clássica da Sociedade Ateniense? Sua proposta é viver numa Sofocracia…vai lá então besta, pois aqui as coisas já estão em outro pé.

  9. Kaupa

    Detoni, não perca seu tempo. Acho que o Eduardo tambem quer ser presidente, quando crescer…
    Este é o perfil: dono da verdade, não aceita critica, não tem
    educação, arrogância (e fala dos outros) e prepotência.
    Vamos dar importância ao que é importante.
    Fui.

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