Tem político que ao ser eleito nomeia a famíla toda para trabalhar na administração pública. Se duvidar cria cargo comissionado pro cachorro oficial. Agora veio a súmula que proíbe o nepotismo nos 3 “poderes”, em todos os entes federativos. MAS, e sempre há um MAS, ainda é possível a nomeação de parentes para atuarem como secretários ou ministros (tá, pode parar de rir).
No Paraná, por exemplo, o governador Requião criou secretarias especiais para que sua esposa e seu irmão não perdessem os salários. Esse mesmo Requião colocou, recentemente, seu outro irmão no Tribunal de Contas do Estado.
E é assim que muitos agem quando chegam ao poder público. Tomando o Paraná como exemplo, é essa a situação de muitos municípios, de muitas câmaras de vereadores. Os cargos comissionados são a solução para a família toda e para os amigões do peito. Poucos são realmente técnicos, e muitos ajeitam a vida.
Todos sabem, ou deveriam saber, que na Administração Pública (com maiúsculas) prevalece o interesse público. Agora lhes pergunto: onde está tal interesse público em se nomear parentes?
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