Mais multa, menos educação

Folha Online

Desde que o CBT (Código Brasileiro de Trânsito) entrou em vigor, há dez anos, cerca de R$ 1,4 billhão deixou de ser investido em projetos para educar motoristas e pedestres com o intuito de prevenir acidentes, segundo revela reportagem dos jornalistas Alencar Izidoro e Ricardo Sangiovanni publicada na edição desta segunda-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do UOL e do jornal).

O contraste é a previsão de reajuste do valor das multas de trânsito em 64,5% por meio de um projeto que deve ser enviado ao Congresso e que, nas palavras do Ministro da Justiça, Tarso Genro, dará “dorzinha no bolso” do motorista infrator.

Outro lado

O coordenador de planejamento operacional do Denatran, Aridney Barcellos, admite uma contradição, num primeiro momento, entre o superávit feito ao longo dos anos e o projeto que prevê o reajuste no valor das multas.

“O foco principal não é arrecadar mais, mas causar um impacto educativo, no sentido de: “Se eu tiver de pagar uma multa 60% maior, vou tirar o pé do acelerador”, afirma.

1 Comentário

Arquivado em Acorda, Brasil!, Política

Uma resposta para Mais multa, menos educação

  1. O mais grave é que a armadilhas de trânsito ( falhas viárias – em todo seu contexto – -, continuam fazendo parte do cotidiano do cidadão, e, o trânsito – que rege o tempo nas grandes metrópoles-, por sua vez, continua ‘roubando’ o tempo ( de lazer; de descanso; de prazer;de viver ) do cidadão
    Namastë !

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