O Sargento Laci Marinho de Araújo, que após ter aparecido e assumido sua homossexualidade no programa SuperPop junto com seu namorado também militar, foi preso por deserção e afirmou ter sido agredido na prisão.
O ocorrido com o militar trouxe à tona, mais uma vez, a polêmica sobre a regulamentação jurídica das relações homoafetivas. Os Ministros do STF se limitam, quanto ao presente caso, em afirmar que se trata exclusivamente de códigos e normas éticas e comportamentais dos militares. Porém, há muitos homossexuais, que não são militares e gostariam de respostas.
Há uma insegurança jurídica enorme quando o assunto é homossexualismo, principalmente ao se tentar encontrar uma solução para a possibilidade de pessoas do mesmo sexo contraírem casamento, adoção, união estável, sobrenome do companheiro, e muito mais.
Existem entendimentos divergentes sobre o tema. Os favoráveis defendem a igualdade, dignidade da pessoa humana, liberdade, a inclusão, a tolerância e o primado da afetividade e o ser humano como fim de si mesmo. Contrários à união homoafetiva articulam valores cristãos, a idéia da anormalidade da relação e a falta da possibilidade de procriação. Para estes, uma união entre pessoas do mesmo sexo jamais constituiria uma entidade familiar, e assim sendo, não mereceriam a proteção do Estado.
Particularmente, sou favorável à legalização das relações homossexuais para que estas recebam igual tratamento perante o Estado. Aceitá-las é simplesmente uma questão de evolução.
E você, o que pensa a respeito da regulamentação das relações homoafetivas?
Tenho meus argumentos, que tratarei ao responder os comentários de vocês!
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